O que aconteceu com o nosso relacionamento?

O dia estava lindo, mas, aos seus olhos, seria apenas mais um dia em que desejaria entender o que havia ocorrido com o seu relacionamento. Após tantos anos, começava a pensar que não conhecia a pessoa com quem havia se unido. O que teria acontecido?

Entendendo o que está acontecendo

Muitos são os fatores que interferem ou modificam nossas relações. Passamos por diversas fases, verdadeiros ciclos que nos modificam o modo de ser e pensar. Será a sintonia do casal que irá determinar, por meio do respeito, da cumplicidade e do amor, o grau de evolução da relação. As rotinas e situações adversas que nos chegam trazendo sentimentos que nos fragilizam, precisam ser acolhidas por ambos, para que seus resultados sejam o de contribuir, somar, e não, desalinhar e repartir. Por isso, é sempre recomendado que façamos uma análise constante sobre as nossas emoções, para entendermos o que se passa conosco e com o outro.

Buscando resgatar essa relação faz-se necessário que cada qual se veja como um indivíduo dentro de uma história maior, a sua história. É muito importante que se descubram em seus gostos, objetivos e desejos individuais, para que vivenciem a sua parte no relacionamento em comunhão ao todo.

Precisamos entender que as relações são continuamente construídas, estando a todo o momento a mercê de uma mudança, se assim, permitirmos. E, acredito, que isto seja ótimo, pois, nós próprios nos modificamos a todo o instante. O que ocorre muitas vezes, é não compartilharmos mais das mesmas aspirações, mas, se o amor permanecer como a vertente maior  no coração de ambos, aprenderão a encontrar no respeito, na humildade e no companheirismo a medida certa para desfrutarem de novos e desafiadores momentos a dois.

Expectativas

Estar envolvido emocionalmente com alguém numa relação construtiva, exige maturidade.

Mas, sabemos que pouco entendemos sobre nossas emoções, então, compreender o outro, seus medos, angústias, fraquezas, virtudes, habilidades, etc., requer da nossa parte a compreensão sobre nossos próprios sentimentos e aspirações.

Deseja-se como num conto de fadas, que o(a) outro(a) saiba exatamente o que necessitamos ou desejamos para sermos felizes. Mas, não é bem assim que funciona. A realidade é outra, pois, faz-se necessário que falemos o que gostamos, como queremos, o que achamos, o que aceitamos e principalmente, como nos sentimos na relação. 

E, quando isto não ocorre, insatisfeitos(as) com os sentimentos que agridem nossa alma, entristecemos, ficamos decepcionados, depressivos, raivosos, impacientes, descrentes do amor que nos uniu. 

Descortinando soluções 

 Nesse momento, o diálogo quando possível é o melhor remédio. A sinceridade para com suas emoções é chave para que se abram possibilidades de ajustes no relacionamento. Expor o que sente e como se sente com o(a) parceiro(a) é fundamental. E acima de tudo, ouvi-lo(a) também é o melhor remédio. O respeito consigo e o outro(a) dá o limite necessário para que tudo ocorra da melhor forma.

Enxergar a si e ao companheiro(a) como um espírito que busca aprendizado e crescimento é muito importante, porque assim, cria-se uma mentalidade de maior tolerância, cautela e respeito na relação. Mas, não podemos esquecer que os relacionamentos afetivos vem para que construamos algo bom dentro de nós! 

E quando percebemos que isto não está ocorrendo, é hora de pararmos e analisarmos, de que forma poderemos melhorar nossa relação. 

O amor é a base, mas, junto dele precisam vir outros bons sentimentos que fortalecerão essa união. Contribuições que precisam vir de ambas as partes, caso contrário, instala-se o desequilíbrio na relação e junto a ele maus sentimentos que regarão diariamente nossas emoções já feridas.

Acredite na possibilidade de construir ou mesmo reconstruir o seu relacionamento, permitindo-se ser feliz e fazer o(a) outro(a) feliz. Dia após dia podemos ver algo a mais em nossa relação. Algo que talvez não tivéssemos nos permitido ver anteriormente, e que seja o grande diferencial para a compreensão do que está acontecendo. 

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