Você se permite ser?

Hoje quando você acordou, o que fez ao abrir os seus olhos? Deu-se um tempo para refletir sobre algum sonho que teve?  Parou alguns instantes para planejar, mentalmente, o seu dia? Ainda deitado, enquanto começava a organizar os seus pensamentos, deu-se alguns minutos para uma breve oração ou conversa com o universo? Ou quem sabe, se em boa companhia, separou alguns minutos para um beijo de bom dia? Não me diga que apressado, você viu em seu celular sua agenda de tarefas e mal teve tempo de se permitir um despertar sereno?

Bem, para seres espirituais vivendo num mundo físico, poderíamos estranhar tanta desconexão com o universo, que é o nosso lar, mas o que fazemos normalmente, é  nos deixar levar pela corrente de impulsos que nos envolvem, sem ao menos nos questionar o que estamos fazendo.

Escrevendo e reescrevendo a nossa história 

Escrevemos diariamente mais uma página do nosso arquivo espiritual, no entanto, não nos vigiamos para saber o que estamos escrevendo ali. 

O que você deseja ler nesse arquivo mais tarde? Seus olhos brilharão para as histórias que ali estejam relatadas? Quem você gostará de ver nesse enredo que é seu? Quais sentimentos você irá querer despertar em sua alma, quando chegar o dia de ler esse diário? Estará preparado para lê-lo, sem culpa, medo, vergonha, vaidade ou orgulho? 

Quer saber como poderá fazê-lo?

Conhece a ti mesmo e seja você mesmo, aceitando-se com amor. E, procurando se melhorar um pouquinho a cada dia, sem estacionar em sua evolução. 

Permitir-se ser é olhar para dentro de si e abraçar o que ali enxergou;  trazendo para as suas decisões, escolhas, enfim, ações, sua essência. Aquilo que lhe faz bem,  deve de alguma maneira estar presente em suas páginas diárias, ao contrário, o seu diário não estará retratando quem realmente você é, mas sim, seus traumas, medos, aflições, ilusões.....

Sendo nós mesmos

Por isso, sugiro que você adicione aos seus compromissos materiais, algum tempo para refletir sobre quem você é, quem gostaria de se tornar, quais recursos dispõe nessa jornada de crescimento, e vá além, reflita se você está  manifestando o ser que verdadeiramente é, ou estará adequando o tempo todo a sua persona espiritual à experiência física?

Permita-se ser para se conhecer!

E, conheça um universo íntimo que poderá lhe surpreender!

Como anda o seu sentimento de pertencimento? Sente-se inteiro no espaço que convive?

Pertencer a um espaço, a uma comunidade, a um ambiente com suas culturas e hábitos, é algo primordial para o indivíduo se tornar mais confiante e seguro em suas ações. E, muito mais que isto, o sentimento de pertencimento proporciona a esse indivíduo a transparência de ser quem o é, com autenticidade e respeito por si e aqueles com quem se relaciona.

Quando não pertenço

A sensação de não pertencer ao ambiente que se construiu em nossa volta nos afeta diretamente. Podemos nos esforçar em continuar usando as máscaras do dia-a-dia, no entanto, a insatisfação que nos toma conta vai se apresentando num quadro de tristeza e angústia.

Como mudar esse quadro?

Quando nos sentimos pertencendo a algo, despertamos a plenitude que habita em nossa essência. Somos criadores da nossa realidade e o empoderamento dessa situação nos permite viver em harmonia com quem realmente somos.

Despertamos o sentimento de pertencimento quando nos identificamos com a essência de nosso espírito, dando força e incentivo aos nossos propósitos de vida sem nos preocuparmos com julgamentos e críticas.

Criando vínculos

Quando abrimos nosso coração e nossa consciência para quem realmente somos e para o que desejamos realizar, iniciamos um processo de aprendizado que nos recria, fazendo-nos sentir vinculados ao espaço onde estamos.

E isso, independe de conhecermos ou não esse local ou as pessoas com quem nos relacionamos, pois, o sentimento de pertencimento reside em nosso íntimo. Levaremos esse sentimento para onde ou com quem quer estejamos, desde é claro, tenhamos a sintonia necessária com esse ambiente. Ele irá complementar e impulsionar o nosso sentimento de bem-estar de fazer parte.

E com ele nos chegam a confiança, a serenidade e a paz de espírito que tanto almejamos. As dificuldades não desaparecerão do nosso caminho, no entanto, estaremos mais fortalecidos e seguros quanto a nossa capacidade de criação e realização. 

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Os sentimentos que permeiam as festas de fim de ano

Mais um ano está indo embora. É neste momento que normalmente, aproveitamos para fazer uma análise sobre tudo o que realizamos ou deixamos para o novo ano que está chegando. 

Podemos fazer uma lista mental onde as lembranças nos chegam e em seguida se vão, ou, podemos escrever uma relação com tudo o que nos chega à mente, permitindo-nos acrescentar a todo o instante o que havia ficado esquecido no tempo. 

Mas, penso que tão importante quanto verificarmos o que fizemos ou deixamos de fazer, é percebermos num ato de muita entrega nossa, o que sentimos nesse momento. Tanto na chegada das datas de fim de ano, como natal e ano novo,  quanto no ato de parar e refletir por tudo o que realizamos ou deixamos para depois. Há sentimentos e emoções que mexem profundamente conosco, despertando-nos  sensações que podem ser desagradáveis. Outros chegam devagar e vão abrindo o nosso coração com brandura e alegria. 

O que estamos sentindo nesse momento?

Por isso eu lhe convido a parar por um breve instante, buscar um local calmo que lhe permita acessar no fundo de sua alma, sem medo, culpa, ou julgamento, todos os sentimentos que fazem parte de você nesse instante.

Procure trazer para si a sua lista de conquistas, de realizações, de frustrações, lembranças dos momentos bons e ruins vividos neste ano que está nos deixando, e se perceba!

Claro que teremos conosco um mix de sentimentos, mas, quais se destacam? Como você se sente fazendo essa retrospectiva de sua caminhada? Consegue analisar os fatos com calma, serenidade e paz? Ou se julga, intimida, maltrata.....

E, se não deseja resgatar sua relação de ações do ano, tudo bem! Apenas silencie seu espírito e sinta quais sensações vêm junto aos sentimentos que esteja sentindo neste período do ano. 

Quais emoções queremos ter?

As emoções são justamente o que permitimos exteriorizar, e muitas vezes, resultam em atos que nos magoam e machucam (inclusive fisicamente), então, o que desejamos vivenciar?

Os sentimentos virão, é fato, sejam agradáveis, ou nem tanto, mas, procuremos cuidar das emoções que os acompanham, para que possamos cultivar a paz interior acima de qualquer situação vivida.

Acolhendo a renovação

Por mais simbólicas que sejam as datas de natal e fim de ano, aproveitá-las para uma mudança, renovação, reinvenção, é muito positivo!

E estas transformações podem estar relacionadas a qualquer necessidade ou desejo nosso. Então, que tal iniciarmos nosso Novo Ano com propostas de bem-estar, saúde integral e desenvolvimento espiritual? Passo a passo, sem pressa, mas, construindo um novo ser a partir dos sentimentos e emoções que hoje sentimos e vivemos. 

Um maravilhoso fim de ano a todos nós, com muita paz, harmonia e luz em nossa jornada!

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Aceitar-se como é; eis uma prova de autoamor

Quantos de nós vive o passado e o futuro no hoje, sem aceitar o presente que chega a cada manhã? Quantas vezes discutimos intimamente, não aceitando quem somos, criando fantasias e expectativas que não correspondem ao nosso jeito de ser, por desejar ser outra pessoa?

Acolhimento

Criamos muito sofrimento para nós próprios quando não nos aceitamos. Aceitar-se significa "acolher o seu ser". E, receber com amorosidade esse que o acompanha diariamente em sua jornada, é a melhor maneira de experimentar a serenidade e a alegria. Podemos até concordar que precisamos nos melhorar em vários aspectos, sejam esses físicos, psicológicos, emocionais, intelectuais, morais, entre outros, mas, acolhê-lo é a maior demonstração de autoamor e resignação que podemos experienciar. 

A partir dessa aceitação, recebemos com ternura nossas fraquezas e virtudes, compreendendo que cada um de nós só entrega ao outro o que possui. Aceitando nossa condição atual, entendemos que temos limites, assim, como aqueles com quem convivemos. A autoaceitação nos ajuda a olhar o outro com mais fraternidade e compaixão. 

Motivação

Mas, entendamos que isto não significa estagnar, se conformar, parar na senda da evolução. Conhecendo nossas limitações, se torna muito mais fácil realizar as mudanças que precisamos. 

Para que isto aconteça, precisamos focar em nosso presente, motivando-nos a dar pequenos passos a cada dia para o alcance do que desejamos para o nosso futuro. No passado guardamos nossas lembranças, como um reflexo do que fomos ontem. Ao futuro reservamos as nossas melhores escolhas, sem medo de realizar o que desejamos, pois, lembraremos que estaremos dando o melhor de nós naquele momento.

Cabe-nos: nos amar mais, nos perdoar mais, torcer mais pela nossa felicidade, simplificar mais os nossos problemas e comemorar mais as nossas conquistas, pois, não há vitória que seja pequena! Nós precisamos "querer" mais, ao invés de "ter" que. Aceitar-se é também querer, desejar, sonhar e não ser obrigado a.....

O presente

E será no hoje que tudo pode acontecer. Um novo pensamento, uma transformação, um amor correspondido, um sonho realizado, uma mudança de vida, um presente recebido que nos faça perceber o quanto aceitar pode nos ajudar a aprovar quem e como somos. Não precisamos lutar contra quem somos, o que podemos fazer é, pensar o que queremos de melhor para nós, e seguir em frente. Cada dia com a sua lição e aprendizado. 

Ao passado  nossa gratidão pelo que aprendemos. Faça uma lista mental do que lembra que aprendeu nos últimos anos de sua vida. Tudo pelo qual passou, como reagiu, o que somou ao hoje? Ao futuro, nossas expectativas, para que saibamos contemplar com serenidade o que precisa chegar. Tudo o que necessitamos aprender ainda, que venha a seu tempo e na intensidade que couber em nosso coração. Relacione em sua mente o que deseja mais intimamente, imagine-se nessa situação e acredite na lei da atração. E ao presente, nosso agradecimento mais terno pela possibilidade de viver e aceitar o nosso ser no hoje, entendendo que cada um tem suas características e história, como espírito que é.

Lembre-se: está em nossas mãos o acolhimento do amor para conosco e para com aqueles que caminham nessa mesma estrada. Exercite a autoaceitação, compreendendo-se um ser único e maravilhoso que a cada novo dia tem a oportunidade de transformar a sua vida e seu jeito de ser.

A dor da decepção. Como lidar com isto?

Você já sofreu alguma decepção? Como foi lidar com a dor que ela traz consigo? Ainda hoje lembra com mágoa ou raiva dos envolvidos? Compreender quais sentimentos são despertados em nosso íntimo, pode ser a chave para saber lidar com eles de uma maneira mais serena.

Expectativas criadas

A todo o instante estamos sujeitos a nos decepcionarmos. Criamos muitas expectativas sobre situações e/ou pessoas. São relacionamentos que nascem em nossa mente e coração, muito antes de iniciarem na vida; são cumplicidades que esperamos ter mediante nosso jeito amigo e devotado ao outro; são amizades cultivadas na sinceridade e no respeito que idealizamos serem recíprocas; são gestos de romantismo que esperamos pelo tamanho do amor e carinho que temos pelo outro; são horas e horas de dedicação familiar que aguardam o agradecimento ou pelo menos o reconhecimento merecido; e assim, encontramos diferentes modos de expressarmos nossas expectativas para com o outro.

E a dor chega

Mas, sabemos que nem sempre teremos atendidas as nossas expectativas. Conhece aquele ditado: "Cada cabeça uma sentença?". Então, nós temos o controle sobre as nossas decisões, sobre o nosso modo de pensar e nossas escolhas, assim como o outro. A cada um cabe a decisão do que fazer. Diria mais, a cada um cabe o entendimento do que fazer. 

Quantas vezes fazemos algo esperando a resposta que idealizamos em nossa mente? E quando ela não vem, compreendemos que seja a ingratidão; o não reconhecimento; ou a desconsideração do outro para conosco. E nessa hora, chega a dor!

O coração aperta, sente raiva, chora baixinho ou grita alto para ser ouvido. O desejo é de falar, mas, muitas vezes, nos calamos, nem querendo explicação, porque está doendo muito. A decepção se instala, e junto dela, a mágoa, a raiva, a vontade de esquecer ou de se vingar. Quantos sentimentos juntos!

Trabalhando os sentimentos

E a vida é engraçada, pois, se percebe que não lidamos bem com algo, irá nos apresentar novamente situações similares para que possamos aprender e exercitar novos sentimentos. 

É aí então, que podemos iniciar um novo aprendizado. Tentar enxergar as situações e/ou pessoas que nos decepcionaram por um outro viés. A partir do momento que entendemos que cada um é livre para fazer as suas escolhas, assumindo junto as suas consequências, e principalmente, aceitando o modo de ser e pensar de cada qual, passamos a não criar tantas expectativas sobre as coisas ou indivíduos que interagem conosco.

Por mais que nos sintamos decepcionados, lembramos que esse sentimento é a resposta do nosso ego, demonstrando insatisfação com o que não foi realizado do jeito que gostaríamos que fosse.

Fortalecendo as novas emoções

Assim, o exercício constante do novo olhar é importante para mantermos a serenidade e a capacidade  de perdoar o outro e trabalhar nossas emoções.

A vontade de ser uma pessoa mais feliz, leve e realizada, faz com que olhemos para a vida e as situações que a compõem de uma maneira diferente. Começamos a despertar para o entendimento de que tudo vale a pena, apesar dos desconfortos que possam lhe acompanhar. Tudo é aprendizado.

Importante é sabermos gerenciar o que nos incomoda, dando o real valor ao que nos transformamos.

Entenda, iremos nos decepcionar ora ou outra, mas, seria interessante começarmos a compreender por que nos decepcionamos? Só assim, conseguiremos melhorar os sentimentos que nos provocam dor. 

Ser tolerante, compassivo, paciente, compreensivo, não quer dizer não se permitir entristecer ou se decepcionar. Mas, significa amadurecimento emocional e espiritual, capaz de nos apresentar o limite à emoção que queremos alimentar em nosso íntimo.

Que tal começarmos a buscar compreensão para os nossos sentimentos? Só assim, os fortaleceremos.

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