A experiência que é a nossa vida

A vida para cada um de nós tem um significado, um sentido ou propósito. A cada amanhecer uma nova oportunidade aflora nossos sentidos para continuarmos nossa jornada. E, cada qual define como será sua caminhada. Calma, serena, divertida, estressante, familiar, solitária, ou poderíamos dizer, que caminhamos por um mix de situações, pelas quais aprendemos a viver. Por mais que desejemos prever muitos dos acontecimentos pelos quais passaremos, movidos pelo desejo de segurança, o fator surpresa é inevitável, então, preparar-se para lidar com as emoções dessa jornada é realmente importante. Quando vemos a nossa vida desmoronar por fatos que nos trazem imensa tristeza ou qualquer situação que nos exige mudança rápida e necessidade de repensar o nosso viver, cremos muitas vezes que não iremos conseguir superar o que está nos acontecendo. Que não seremos capazes de reagir. Mas, posso afirmar que nossa experiência de vida é muito maior do que podemos estar passando, pois, trazemos em nosso DNA espiritual um vasto conhecimento que adormece. Precisamos despertar nossas potencialidades. Olhar para dentro de nós e nos permitir descobrir quem realmente somos. Quais sentimentos nos acompanham e como reagimos diante das diversas condições que presenciamos. Para desenvolvermos o exercício do autoconhecimento, o autoamor é imprescindível. Quando trabalhamos o autoamor valorizamos o que temos de melhor, com a compreensão necessária para lidarmos com o que precisamos corrigir ou melhorar. Tudo com uma dose de autoperdão, para que ao invés da punição possamos nos dar o direito da correção. E desta forma, crescermos! E assim, vamos vivenciando e experimentado novos conceitos, novos padrões, novos comportamentos. Vamos desenvolvendo novos olhares para o que parecia tão rotineiro, deixando o velho para traz e aperfeiçoando-nos. Convido a cada um  de nós, que paremos em frente a um espelho, e nos fitemos por um instante, com um olhar sereno, amoroso, e digamos a nós mesmos o quanto nos amamos e nos perdoamos. Uma frase, apenas. Olhe para si e diga: Eu te amo! Eu te perdoo! Não será fácil no início. Talvez a vergonha, a inibição, a preocupação de ser visto, possa lhe assolar. Mas vença essas barreiras, e se dê esse tempo. Vejamos como nos saímos quando os "holofotes" íntimos são acionados. Olhar para si próprio buscando a candura e a leveza n'alma. Eis uma boa experiência a ser vivida. Encoraje-se, empodere-se e desafie-se com o desejo de vencer seus medos e conflitos! Viva com mais plenitude!!!!      

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